Lea Simões
Psicanalista
Escuta profunda para mulheres em momentos de travessia.
Terapia para mulheres
Muitas mulheres chegam à terapia carregando histórias que ficaram tempo demais em silêncio.
Sobrecarga na maternidade, perdas que não puderam ser elaboradas, relações difíceis, traumas antigos que ainda influenciam o presente ou momentos da vida que parecem exigir mais do que se consegue sustentar sozinha.
A terapia é um espaço onde essas experiências podem finalmente encontrar escuta, compreensão e elaboração.
Através da psicanálise, do acesso ao inconsciente e de recursos terapêuticos profundos, o processo terapêutico permite compreender emoções, ressignificar experiências e construir novas formas de viver e se relacionar consigo mesma e com o mundo.
Para quem é este espaço?
Talvez este espaço seja para você se:
* sente uma sobrecarga emocional constante
* vive conflitos familiares ou relacionamentos difíceis
* atravessa um processo de separação ou reorganização da vida
* vive a intensidade e a exaustão da maternidade
* é mãe de uma criança neurodivergente
* carrega perdas ou lutos que ainda doem
* passou por experiências difíceis relacionadas à fertilidade ou gestação
* sente que sempre cuida de todos, mas ninguém cuida de você
A terapia oferece um espaço onde sua história pode existir com respeito, escuta e profundidade.
Lea Simões
Sou Lea Simões, psicanalista clínica formada pelo CFPC – Centro de Formação em Psicanálise Clínica, onde realizei quatro anos de formação dedicados ao estudo da mente, do inconsciente e dos processos emocionais que estruturam a vida psíquica.
Atuo há mais de 10 anos no atendimento clínico, acompanhando pessoas em seus processos de autoconhecimento, elaboração de conflitos internos e transformação de padrões emocionais.
Ampliei minha formação com Pós-Graduação na área, além de especializações em Individuação e ADI – Acesso Direto ao Inconsciente, aprofundando o trabalho terapêutico com conteúdos inconscientes e memórias emocionais profundas.
Também utilizo hipnose clínica como recurso terapêutico complementar, possibilitando acessar e ressignificar experiências e traumas que muitas vezes permanecem fora da consciência, mas continuam influenciando emoções, comportamentos e relações.
Minha prática clínica integra escuta psicanalítica, técnicas de acesso ao inconsciente e um olhar atento à singularidade de cada história.
Acolhimento para mães
Sou também mãe de uma criança neurodivergente, experiência que ampliou profundamente minha compreensão sobre as demandas emocionais da maternidade.
Cuidar de uma criança que exige mais presença, atenção e adaptação muitas vezes coloca as mães em um lugar de sobrecarga silenciosa.
São mulheres que sustentam rotinas intensas, lidam com diagnósticos, terapias, escola e julgamentos externos — e muitas vezes acabam esquecendo de si mesmas.
Por isso, desenvolvo um trabalho de acolhimento terapêutico para mães, criando um espaço onde elas possam finalmente ser cuidadas, escutadas e compreendidas.
Porque para que uma criança seja bem cuidada, quem cuida também precisa existir emocionalmente.
Manejo parental
Acolhimento para mulheres
Ao longo da prática clínica, acompanho mulheres em diferentes momentos de travessia emocional.
Entre eles:
* maternidade solo
* separações e reorganizações familiares
* luto materno
* perdas gestacionais
* proccessos de FIV
* conflitos familiares
* traumas emocionais profundos
* abusos físicos e psicológicos
O processo terapêutico oferece um espaço onde essas experiências podem ser elaboradas com respeito, sensibilidade e profundidade.
Como funciona o atendimento
O processo terapêutico é um espaço de escuta profunda, construído com respeito, sigilo e acolhimento.
Durante os atendimentos, utilizo principalmente a escuta psicanalítica,
que permite compreender os conteúdos inconscientes que influenciam pensamentos, sentimentos e comportamentos.
Dependendo da necessidade de cada paciente, também podem ser utilizados recursos terapêuticos complementares, como técnicas de acesso ao inconsciente e hipnose clínica.
Cada processo é conduzido de forma individualizada, respeitando o tempo e a história de cada pessoa.
Os atendimentos geralmente acontecem uma vez por semana, com duração média de 50 a 60 minutos.
Os atendimentos são realizados online, permitindo que pessoas de diferentes cidades e países tenham acesso ao acompanhamento terapêutico.
Convite final
Se você sente que carrega emoções difíceis de nomear, histórias que ainda doem ou momentos da vida que pedem elaboração, a terapia pode ser um espaço de encontro consigo mesma.
Você não precisa atravessar tudo sozinha.
Áreas em foco
Confira as ênfases do meu atendimento
Posso te ajudar com:
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Depoimento dos pacientes
Leia o que dizem os pacientes atendidos
Perguntas
Frequentes (FAQs)
Dúvidas gerais sobre saúde mental
Qual a diferença entre psicólogo e psicanalista?
O psicólogo é formado em psicologia e pode usar diferentes abordagens, incluindo a psicanálise.
O psicanalista é especializado na escuta do inconsciente, trabalhando com a fala, a história de vida e os padrões emocionais. A psicoterapia que ele oferece é um espaço de escuta profunda, sigilosa e sem julgamentos, onde você pode falar livremente e assim se entender melhor.
O que é manejo parental?
O manejo parental é a forma como os pais ou cuidadores conduzem a relação com os filhos no dia a dia, especialmente diante de comportamentos desafiadores, emoções intensas ou dificuldades psicológicas.
Essa forma de resposta às emoções da criança ou adolescente pode ajudar a regular (ou intensificar) sintomas como irritabilidade, tristeza, ansiedade e explosões emocionais.
Como a terapia pode ajudar mães de crianças neurodivergentes?
A psicoterapia oferece um espaço de escuta para lidar com sobrecarga emocional, culpa, exaustão e os desafios do cuidado contínuo, ajudando a fortalecer a mãe e seu lugar subjetivo. Quando essa se fortalece, o vínculo se transforma — e isso impacta diretamente o desenvolvimento da criança. Cuidar de quem cuida é crucial.
A terapia ajuda a lidar com separação ou divórcio?
Sim. A separação envolve luto, medo, insegurança e reorganização da vida. A terapia ajuda a atravessar esse processo com mais consciência e apoio emocional ajudando a eliminar sentimentos de culpa e fracasso.
Como lidar com ansiedade e sobrecarga ao conciliar trabalho e maternidade?
A terapia ajuda a identificar limites, padrões de exigência e a construir uma rotina mais possível emocionalmente.
Voltar ao trabalho é um momento de grande transição emocional, é normal por exemplo, não se reconhecer mais profissionalmente e a escuta pode ajudar muito a organizar sentimentos e expectativas.
É possível quebrar ciclos familiares de sofrimento emocional?
Sim. Ao elaborar experiências passadas, você reduz a repetição automática de padrões e constrói novas formas de vínculo.
O primeiro passo é reconhecer sua própria história emocional. Assim, a terapia ajuda a tornar conscientes padrões que poderiam ser repetidos, permitindo escolhas mais conscientes.
Como lidar emocionalmente com tentativas frustradas relacionadas a gestação?
A psicanálise ajuda a dar espaço para sentimentos como tristeza, raiva e frustração, sem precisar silenciá-los.
É um local seguro para elaborar a dor em casos de depressão pós parto, perda gestacional e luto perinatal por exemplo e também processos emocionalmente intensos como FIV, que envolvem ansiedade, expectativa e frustração.